outubro 18, 2006

As Mãos





















As Mãos

Que tristeza tão inútil essas mãos
que nem sempre são flores
que se dêm:
abertas são apenas abandono
fechadas são pálpebras imensas
carregadas de sono.

(Eugénio de Andrade)

8 Comments:

Blogger Miriam5 said...

Lindo, muito lindo..eugénio de andrade, tem destas coisas

11:42 da manhã  
Blogger Paula Raposo said...

Eugénio de Andrade é sempre belo!! Beijos.

10:39 da manhã  
Blogger augustoM said...

Bonito poema de Eugénio de Andrade, embora para mim as mãos são uma espécie de fala, que nem sempre entendemos.
Um abraço. Augusto

1:57 da tarde  
Blogger Silêncios said...

Queria comentar...mas não consigo..
fica um beijo

7:57 da tarde  
Blogger Isabel-F. said...

Não conhecia este poema. É lindo. Sou fã de poemas curtos e que dizem muito ... é uma arte dizer tanto com tão poucas palavras...

bom fim de semana para ti

beijo

11:36 da manhã  
Blogger Carmem L Vilanova said...

Lindo!
Bjos!

3:56 da manhã  
Blogger Paula Raposo said...

Felis Natal e um bom ano 2007. Beijinhos.

10:25 da manhã  
Blogger Isabel-F. said...

Não há limites para o homem que possui a capacidade de sonhar. É necessário muito pouco para provocar um sorriso e basta um sorriso para que tudo se torne possível.
Descobrimos que o Ano que termina vale a pena, quando começamos a enviar e receber os cartões de Natal. Afinal, de algum modo, aprendemos que o que realmente importa são os sentimentos, é o amor... É estarmos ligados, unidos. É isto que comemoramos: O nascimento da esperança de um mundo melhor. Muita paz, alegria e amor na tua vida e de todos que te são queridos. Feliz Natal! Feliz 2007.
Beijinhos
Isabel Filipe

2:58 da tarde  

Enviar um comentário

<< Home